A carreata em Rio Claro marcou, em 20 de outubro de 2026, o retorno de Luiz Eduardo Almeida da Silva, conhecido como Dudu, de 9 anos. A família promoveu o gesto para agradecer às pessoas que apoiaram a busca por um doador de medula óssea.
A mobilização ganhou força em março de 2026, após a recaída da leucemia mieloide aguda, diagnosticada inicialmente em 2024. Dudu havia celebrado a cura em 2025, mas precisou retomar o tratamento e passou a depender de um transplante.
O menino e a família permaneceram em São Paulo durante os primeiros meses após o transplante, realizado em julho. Segundo o pai, Paulo Almeida, o retorno a Rio Claro ocorreu após cerca de 100 dias na capital paulista.

As campanhas de cadastro de medula óssea mobilizaram moradores de Rio Claro e Santa Gertrudes. O retorno à cidade não encerra o acompanhamento médico: Dudu continuará o tratamento em Campinas e terá consultas mensais em São Paulo, de acordo com o pai.
A recaída da leucemia e a mobilização por um doador
O primeiro diagnóstico de leucemia mieloide aguda de Dudu ocorreu em 2024, e a família chegou a celebrar a cura em 2025. A recaída registrada em março de 2026 levou à retomada do tratamento e à necessidade de transplante.
A procura por um doador mobilizou moradores de Rio Claro e Santa Gertrudes. As campanhas incentivaram o cadastro de pessoas dispostas a se tornar doadoras de medula óssea.
Durante essa busca, a família recebeu apoio de pessoas que acompanharam a história do menino. A carreata organizada no retorno expressou o agradecimento a quem participou da mobilização e esteve ao lado dos familiares.
O transplante, o retorno a Rio Claro e o acompanhamento médico
O transplante foi realizado em julho, no Grupo de Apoio ao Adolescente e à Criança com Câncer (GRAACC), em São Paulo. O pai de Dudu, Paulo Almeida, foi o doador de medula óssea.
Em agosto, a família recebeu a confirmação da chamada “pega” da medula, etapa em que as novas células começam a funcionar no organismo. A confirmação ocorreu após o procedimento realizado no GRAACC.
Dudu recebeu alta hospitalar em setembro, mas permaneceu em São Paulo para dar continuidade ao acompanhamento após o transplante. Segundo Paulo Almeida, o tratamento seguirá no Centro Infantil Boldrini, em Campinas, com retornos mensais a São Paulo para consultas.


