Uma filha recebeu, em Rio Claro (SP), a ossada de outra pessoa no lugar da mãe, segundo as informações publicadas sobre o caso. A troca foi lamentada pela Prefeitura.
Além da entrega equivocada, a filha descobriu que o corpo havia passado por uma intervenção. A informação não foi comunicada previamente a ela, conforme a publicação.
O caso envolve a filha e a mãe, em Rio Claro, no interior de São Paulo. A referência não informa quando ocorreu a entrega da ossada.

A Prefeitura lamentou a troca, mas não explicou o motivo, de acordo com as informações divulgadas. O caso reúne a identificação incorreta dos restos mortais e a intervenção não informada à família.
A entrega da ossada de outra pessoa no lugar da mãe
A ocorrência é descrita como uma divergência na identificação dos restos mortais entregues à filha. A publicação não informa qual procedimento de conferência foi utilizado nem em que etapa aconteceu o erro relacionado à troca de ossada em Rio Claro.
Também não são apresentados detalhes sobre como a ossada da mãe foi separada dos restos mortais entregues. Sem essa informação, o relato não esclarece a sequência que levou à entrega equivocada.
A referência não identifica as pessoas a quem pertenciam as ossadas envolvidas. O caso é apresentado apenas a partir da divergência entre a ossada recebida pela filha e a que deveria corresponder à mãe.
Intervenção no corpo e resposta da Prefeitura
A filha soube que o corpo havia passado por uma intervenção, mas a publicação não especifica qual procedimento foi feito. Também não descreve quando ou em quais circunstâncias ele ocorreu.
A Prefeitura lamentou a troca, segundo as informações divulgadas, mas não esclareceu a causa do engano. A resposta municipal, portanto, não explica como os restos mortais foram trocados.
Não há, na referência, detalhes adicionais sobre a manifestação da Prefeitura ou sobre medidas relacionadas ao caso. A informação disponível se limita ao lamento do município e à ausência de uma explicação para a troca.


